quinta-feira, 4 de junho de 2009

Ser médica...........

...........Quando somos criança,tudo é fácil.Sonhamos alto,e acreditamos em tudo.
Papai noel,coelhinho da páscoa e o homem do saco,mas com o passar dos anos,vemos que a criancinha cresceu,só que não deixou de sonhar,insiste e não desiste.pois a tentativa é a maravilha de amanhã.
Medicina para mim,não é uma tarefa fácil,e sim exige muito amor e paciência.Mas o mais engraçado é que isso não importa,para quem tem um objetivo e quer alcançar,pode vir milhões de nãos,mas aquele "sim",irá ser gratificante,pois foi resultado de muita luta e sabedoria.
Serei um dia uma médica,não conhecida,não quero isso,e sim pretendo ajudar as pessoas,que assim eu serei reconhecida,quero ser útil,só isso me basta.

Esta é a missão que Deus me colocou,tenho obrigação de cumprir.

Como ter auto-disciplina

Auto-Disciplina

O corpo é moldado, disciplinado, respeitado, e com o tempo,
passa a ser confiável.
(Martha Graham)

Auto-Disciplina
A auto-disciplina pode ser considerada um tipo de treinamento específico,
criando-se novos hábitos de pensamento, ação e linguagem para o auto-aperfeiçoamento e para ajudar a obter suas metas.
A auto-disciplina pode também ser alcançada através de pequenas tarefas específicas.
Encare a auto-disciplina como um esforço positivo e não como negativo (de deixar para lá).

Planeje uma pequena tarefa para um certa hora do dia;
Discipline o seu tempo.
Planeje uma determinada tarefa para a parte da manhã e outra para a parte da tarde.
A tarefa não deve levar mais que 15 minutos.
Aguarde a hora determinada para a tarefa.
Quando a hora determinada chegar , inicie a tarefa.
Mantenha o planejamento por pelo menos 2 semanas.

Benefícios: O Planejamento ajuda você a se concentrar em suas prioridades.
Concentrando mais em iniciar suas tarefas do que em completá-las, você poderá evitar a procastinação.
Planeje uma tarefa e siga à risca seu horário;
Evite agir por impulsos.
Monitore seu progresso;
No final do tempo alocado, mantenha um registro das realizações obtidas ao longo do tempo.

Benefício: Mantendo um registro, vai ajudá-lo a saber quanto tempo leva cada tarefa.
Se você conseguir tempo de sobra, preencha-o com outras pequenas tarefas, faça anotações, planeje outras tarefas, etc.

Use a rotina para seu benefício.
Em vez de se dedicar muitas horas em um dia e nenhuma no outro e algumas no seguinte e assim por diante, determine um certo período de tempo em cada dia da semana para aquela tarefa.
Seja firme.
Não fixe uma meta exceto pela alocação de tempo,
Simplesmente estabeleça o hábito da rotina.
Aplicando esta técnica em seus trabalhos de escola ou em seus projetos, você estará no caminho certo para a execução e conclusão dos seus objetivos.

Benefício: Você estará trabalhando com tarefas em pequenos incrementos, não tudo de uma vez. Primeiro você desenvolve um hábito, depois o hábito faz o serviço para você.

Use a auto-disciplina para lidar com o gerenciamento do tempo

O gerenciamento do tempo pode se tornar uma tarefa complicada.
Quando você não tem controle sobre si mesmo, como pode controlar seu tempo?
Comece se controlando através da auto-disciplina com o estabelecimento de tarefas.

Benefício: Ao passo que você controla suas tarefas, você desenvolve sua auto-disciplina.
Ao passo que desenvolve sua auto-disciplina, você começa a gerenciar seu tempo.
Ao passo que começa a gerenciar seu tempo, você desenvolve auto-confiança.

Mantenha um Diário da Auto-Disciplina.
Registre o início e término das tarefas.
Faça uma análise do seu progresso já obtido.

Benefício: Este Diário pode ser uma ferramenta útil para você ter uma idéia global das suas atividades a fim de colocá-las em ordem de prioridade e também para entender o que é importante e o que não é na utilização do seu tempo.

Planeje seu dia de trabalho e de seus estudos.
Quando você vai começar seu trabalho ou esteja indo para ele, tome alguns minutos do seu tempo e escreva em uma folha ou pedaço de papel as tarefas que você quer realizar naquele dia.
Coloque-as em ordem de prioridade.
Comece imediatamente a trabalhar no item mais importante.
Faça desta maneira durante alguns dias para ver se este hábito funciona para você.
Os hábitos se formam com o tempo: quanto de tempo vai depender de você e do hábito.

Benefício: Quando você tiver uma idéia clara do que você quer realizar para o dia que se inicia, as chances serão grandes de que você será capaz de executar as tarefas proativamente. Passando para o papel e esboçando seu dia antecipadamente ajuda muito.

Desânimo:
Não desanime; não adie as coisas devido ao tamanho do desafio.
Mas se hesitar, lembre-se de que isto é natural.
Dê uma descansada para se revigorar contra o desafio.

Dicas:

Associce um hábito novo com um velho:
Se você bebe café, associe a primeira xícara com a hora ou momento para detalhar e priorizar suas tarefas.

Benefício: A associação ajuda nas conecções neurais!

Verifique o andamento e progresso das atividades:
Em um calendário no seu banheiro, em uma planilha no seu computador ou mesmo sobre a mesa do café da manhã:
Verifique e dê baixa nos dias em que você conseguiu fazer todas as atividades programadas. Se você falhou na rotina, comece de novo!

Benefício: A visualização é um rápido reforço e estímulo para seu progresso.

Modelos de Exemplo:
Observe as pessoas da sua convivência e veja como a auto-disciplina e os hábitos as ajudam na realização de suas metas.
Peça conselhos a elas sobre o que realmente funciona e o que não funcion

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Pediatria,um sonho.

Quem foi Victor Hugo?Você conhecerá agora.

Victor Hugo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Nota: Para outros significados de Victor Hugo, ver Victor Hugo (desambiguação).


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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 — Paris, 22 de maio de 1885) foi um escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables, sua melhor peça e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.
Índice
[esconder]

* 1 Vida
* 2 Pensamento político
* 3 Discursos
* 4 Extratos
o 4.1 Argumentação contra a proibição de "Marion Delorme"
o 4.2 Diálogo entre Combeferre e Enjolras em "Os Miseráveis"
* 5 Obra
* 6 Referências
* 7 Ligações externas

[editar] Vida
A atriz Juliette Drouet, amante de Victor Hugo

Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris. Estadas em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.

O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte e sete anos.

Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.

Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Exílio em Jersey (1853-55)

Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua ideia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia".

Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon.
O enterro de Victor Hugo, em 1885.

Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".

Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu").

Com a morte da sua filha, Leopoldina, começa a descobrir e investigar experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".

De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.

Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.

[editar] Pensamento político
Caricatura de Victor Hugo no ponto máximo de sua carreira política, por Honoré Daumier, (1849)

A partir de 1849, Victor Hugo dedica um quarto da sua obra à política, um quarto à religião e outro à Filosofia humana e social. Se o pensamento de Victor Hugo pode parecer complexo e às vezes contraditório, não se pode dizer que seja monoteísta.

Sempre um reformista, envolve-se em política por toda a sua vida. Mas se critica as misérias sociais, não adota o discurso socialista da luta de classes. Pelo contrário, ele próprio viveu uma vida financeiramente confortável, construída com seus próprios esforços, tornando-se um dos escritores mais bem remunerados de sua época. Acreditava no direito do homem usufruir dos frutos do seu trabalho, embora reforçasse a responsabilidade que acompanha o enriquecimento pessoal. Desse modo, sempre buscou prosperar enquanto doava uma parte significativa de sua renda para diferentes obras de caridades.

Seu principal romance, os Miseráveis, narra a história de um self made-man, Jean Valjean, um sujeito que foge da prisão e reconstrói sua vida através do trabalho. Valjean monta uma empresa e, através dela, traz prosperidade para a sua região; além disso, usa sua fortuna em obras de caridade para ajudar os pobres. Suas boas obras são interrompedias apenas quando um policial - um agente do Estado - decide interferir arbitrariamente nas atividades privadas da sociedade civil.

Os Miseráveis, portanto, traz claramente a filosofia política de Victor Hugo. É um mundo onde há cooperação - e não luta - entre as classes; onde o empreendedor desempenha um função essencialmente benéfica para todos; onde o trabalho é a via principal de aprimoramente pessoal e social; onde a intervenção estatal por motivos moralista - seja do policial ou do revolucionário obcecado pela justiça terrena - é um dos principais riscos para o bem de todos que será gerado espontaneamente pelos indivíduos privados.[1]

Ele também se opõe à violência quando ela se aplica contra um poder democrático, mas a justifica (conforme à Declaração dos direitos do homem) contra um poder ilegítimo. É assim que, em 1851, lança um chamado à luta - "carregar seu fuzil e ficar preparado" - que não é seguido. Mantém esta posição até 1870, quando começa a Guerra Franco-Prussiana; Hugo a condena: "guerra de capricho" e não de liberdade.

Em seguida, o império é deposto e a guerra continua, desta vez contra a república; o argumento de Hugo em favor da fraternização resta, ainda, sem resposta. É assim que, em 17 de Setembro, publica uma chamada ao levantamento de massa e à resistência. Os republicanos moderados ficam horrorizados: preferem Bismarck aos "socialistas"! A população de Paris, no entanto, se mobiliza e lê avidamente Les Châtiments. (Ver Comuna de Paris).
Escultura de Victor Hugo, por Rodin.

Coerente, Hugo não podia ser comunista: "O significado da Comuna é imenso, ela poderia fazer grandes coisas, mas na verdade faz somente pequenas coisas. E pequenas coisas que são odiosas, é lamentável. Compreendam-me: sou um homem de revolução. Aceito, assim, as grandes necessidades, mas somente sob uma condição: que sejam a confirmação dos princípios e não o seu desrespeito. Todo o meu pensamento oscila entre dois pólos: civilização-revolução "." A construção de uma sociedade igualitária só será possível se for conseqüência de uma recomposição da sociedade liberal."

No entanto, diante da repressão que se abate sobre os comunistas, o poeta declara seu desgosto: "Alguns bandidos mataram 64 reféns. Replica-se matando 6000 prisioneiros!".

Denunciando até o fim a segregação social, Hugo declara durante a última reunião pública que preside: "A questão social perdura. Ela é terrível, mas é simples: é a questão dos que têm e dos que não têm!". Tratava-se precisamente de recolher fundos para permitir a 126 delegados operários a viagem ao primeiro Congresso socialista da França, em Marselha.

Victor Hugo, no entanto, nunca aceitou o discurso socialista. Ele acreditava que uma sociedade aberta encontraria soluções para seus problemas. Mais que isso, ele era contra políticas de redistribuição de riquezas, pois o efeito dessas seria desincentivar a produção, fazendo com que toda a sociedade caminhasse para trás. Caso fosse permitida a liberdade de comércio, por outro lado, e caso se tolerasse algum grau de desigualdade social, o resultado - largamente comprovado pela história posterior - seria o progresso geral de todos, beneficiando inclusive os membros mais pobres da sociedade. Portanto, a defesa de um ordem que permita o progresso é benéfica para todos, e não para uma classe específica.

“O comunismo e o agrarianismo acreditam que resolveram este segundo problema [da distribuição de renda], mas estão enganados: a distribuição destrói a produtividade. A repartição em partes iguais mata a ambição e, por conseqüência, o trabalho. É uma distribuição de açogueiros, que mata aquilo que reparte. Portanto, é impossível tomar essas pretensas soluções como princípio. Destruir riqueza não é distribuí-la”.[2]
Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (...) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãos

Victor Hugo, 1876, a propósito da abolição da pena de morte em Portugal (o primeiro país europeu a fazê-lo).



[editar] Discursos

Victor Hugo pronunciou durante a sua carreira política quatro grandes discursos:

* um sobre a defesa do litoral;
* um sobre a condição feminina;
* um sobre o ensino religioso;
* uma argumentação contra a pena de morte.

[editar] Extratos

[editar] Argumentação contra a proibição de "Marion Delorme"

"Este século produziu apenas uma grande coisa, a liberdade, e produziu apenas um grande homem, Napoleão. Não temos mais um grande homem. Tentemos ao menos manter a grande coisa."

[editar] Diálogo entre Combeferre e Enjolras em "Os Miseráveis"

Combeferre, em posição próxima a Enjolras, percebeu esse rapaz.

"Que pena!" disse Combeferre.
"Quão abominável esse banho de sangue é! Tenho certeza de que quando não houver mais reis, não haverá mais guerra. Enjolras, você está a mirar naquele sargento, não a contemplá-lo. Pense que ele é um belo jovem; ele é intrépido; percebe-se que ele é um pensador; esses jovens artilheiros são bem instruídos; ele tem um pai, uma mãe, uma família; ele ama alguém, provavelmente; ele tem no máximo vinte e cinco anos; ele poderia ser seu irmão."

"Ele é" diz Enjolras.

[editar] Obra
Retrato de "Cosette" por Emile Bayard, da edição original deLes Misérables (1862)
Ilustração de Alfred Barbou, para Notre-Dame de Paris: o corcunda Quasímodo escala a catedral.
Desenho de Victor Hugo: Le Rocher de l'Ermitage dans un paysage imaginaire, 1855.
Desenho de Victor Hugo: Polvo com as Iniciais V.H., 1866.
Desenho de Victor Hugo, Por de sol (1853-1855).

* Odes et Poésies Diverses (1822)
* Nouvelles Odes (1824)
* Bug-Jargal (1826)
* Odes et Ballades (1826)
* Cromwell (1827)
* Les Orientales (1829)
* Le Dernier jour d'un condamné (1829)
* Hernani (1830)
* Notre-Dame de Paris Nossa Senhora de Paris (1831)
* Marion Delorme (1831)
* Les Feuilles d'automne
* Le Roi s'amuse (1832)
* Lucrèce Borgia (1833)
* Marie Tudor (1833)
* Étude sur Mirabeau (1834)
* Littérature et philosophie mêlées (1834)
* Claude Gueux (1834)
* Angelo (1835)
* Les Chants du crépuscule (1835)
* Les Voix intérieures (1837)
* Ruy Blas (1838)
* Les Rayons et les ombres (1840)
* Le Rhin (1842)
* Les Burgraves (1843)
* Napoléon le Petit (1852)
* Les Châtiments (1853)
* Lettres à Louis Bonaparte (1855)
* Les Contemplations (1856)
* La Légende des siècles (1859)
* Les Misérables (1862)
* William Shakespeare (1864)
* Les Chansons des rues et des bois (1865)
* Les Travailleurs de la Mer (1866)
* Paris-Guide (1867)
* L'Homme qui rit (1869)
* L'Année terrible (1872)
* Quatrevingt-treize (1874)
* Mes Fils (1874)
* Actes et paroles - Avant l'exil (1875)
* Actes et paroles - Pendant l'exil (1875)
* Actes et paroles - Depuis l'exil (1876)
* La Légende des Siècles 2e série (1877)
* L'Art d'être grand-père (1877)
* Histoire d'un crime - 1re partie (1877)
* Histoire d'un crime - 2e partie (1878)
* Le Pape (1878)
* Religions et religion (1880)
* L'Âne (1880)
* Les Quatre vents de l'esprit (1881)
* Torquemada (1882)
* La Légende des siècles - Tome III (1883)
* L'Archipel de la Manche (1883)
* Œuvres posthumes
* Théâtre en liberté (1886)
* La fin de Satan (1886)
* Choses vues - 1re série (1887)
* Toute la lyre (1888)
* Alpes et Pyrénées (1890)
* Dieu (1891)
* France et Belgique (1892)
* Toute la lyre - nouvelle série (1893)
* Correspondances - Tome I (1896)
* Correspondances - Tome II (1898)
* Les années funestes (1898)
* Choses vues - 2e série (1900)
* Post-scriptum de ma vie (1901)
* Dernière Gerbe (1902)
* Mille francs de récompense (1934)
* Océan. Tas de pierres (1942)
* Pierres (1951)
* Mélancholia
Rádio no Brasil


Extra-oficialmente, o rádio teria nascido no Brasil em 06 de abril e 1919, na cidade de Recife – Pernambuco, através de três profissionais: Oscar Moreira Pinto, Augusto Pereira e João Cardoso Ayres. Não existe documentos que comprovem essa afirmação.

1ª transmissão radiofônica oficial/comprovada

7 de setembro de 1992 – Centenário da Independência
Praia Vermelha – Rio de Janeiro (na época Capital Federal)
1º homem a usar o rádio – Presidente Epitácio Pessoa

Potência: 500 watts ( hoje as rádio possuem 100.000 watts/100 kilowatts)
Instalado no Alto do Corcorvado
80 aparelhos importados – Westhinhouse

- O evento foi político e os organizadores distribuiram alto-falantes (tipo corneta) ao longo da praia para o discurso do presidente.
- Após essas transmissões, o rádio passou a fazer transmissões “diretas” do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a aparesentação de óperas e peças musicais do gênero.

1ª rádio oficial do Brasil

20 de abril de 1923
Rádio Sociedade do Rio de Janeiro
Fundada por Roquette Pinto e Henry Morize
Programação elitizada
Ideal de Roquette/Henry: “levar a cada canto desse País um pouco de alegria, ensino e educação”

Nesta época, o rádio era produto de intelectuais e cientistas (Henry e Roquette) e eles queriam produzir “uma emissora com nítido caráter educativo”

Como o rádio ganhou força, foi se espalhando pelo País. Ouvia-se rádio individualmente, em família, nos cortiços, etc. As pessoas tinham acesso ao rádio mas a programação era muito elitizada.

Mas como sobreviver, se não era permitido o chamado COMERCIAL?
Surgem novas modalidades de rádio, como veremos a seguir.

Rádio Clubes e Sociedades

Com essa disseminação do rádio começam a surgir novas modalidades de rádio: eram as rádios Clubes e Sociedades.
Funcionavam no sistema de contribuição dos ouvintes ou das pessoas que produziam as emissoras. Eventualmente, aceitavam a doações de empresas públicas e privadas.

Rádios Clubes: elas funcionavam com uma programação seleta e tinham a contribuição dos “sócios” que pagavam mensalidade e em troca recebiam um aparelho de rádio em casa.

Rádios Sociedades: quase no mesmo parâmetro só que o grupo de sócios era formado por sócios-empresários, sócios-industriais, etc , que acreditavam no potencial (lucro) do novo meio de comunicação.

FASE COMERCIAL

1930 – Reclames (introdução dos comerciais inicia-se a fase comercial)

decreto 20.047 – maio de 1931
decreto 21.111 – 1º de março de 1932

O decreto 21.111 autorizava a veiculação de publicidade, em nível de 10%, de cada 60 minutos de programação, ou seja, em cada hora de programas normais, 6 minutos poderiam ser destinados para “reclames”
Passou para 20% - 60 minutos = 12 minutos
Hoje 25% = 60 minutos = 15 minutos

Transformação do rádio: o que era educativo, erudito e cultural passou a tender para o popular e voltado para o lazer e a diversão

O aparecimento da publicidade causou um fato importante e provocou uma mudança significativa no rádio: o veículo começou a disputar mercado com outros veículos de comunicação como o jornal e as revistas, até então soberanos.

Essa reorganização do rádio, gerou 3 aspectos novos:

Status de emissora (empresas)
Desenvolvimento técnico (equipamentos e tecnologia da época)
Busca de Popularidade (audiência)


Com a busca dos recursos financeiros, o rádio ganha mais espaço e surgem novos aspectos que se tornam importantes para o Veículo:

O rádio de galena

Rádio de galena
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Galena

O rádio de galena é um dos receptores mais simples de modulação AM que se pode construir. Ele utiliza as propriedades semicondutoras do mineral galena, um dos primeiros semicondutores utilizados, ou seja, antes do germânio e silício. Ele demanda uma antena de grande extensão (tipicamente 15 m de fio cru, um circuito ressonante, formado por uma bobina em um capacitor, em que um deles é variável (vide indutor variável e capacitor variável sintonizado na freqüência AM de interesse, passando por um circuito retificador (formado pelo diodo de galena) associado com um circuito "passa-baixa" do tipo RC (resistor-capacitor), que filtra as altas freqüências. O sinal, sintonizado, retificado e filtrado é transmitido diretamente a um transdutor de alta impedância do tipo transdutor de cristal como monofone (alto-falante). O rádio de galena não necessita de fonte externa de energia para produzir som audível no monofone: toda a energia é captada pela antena de grandes dimensões, tipicamente de 1/2, 1/4 e 1/8 do comprimento de onda a ser sintonizado.

[editar] Esquema Elétrico

O esquema elétrico de um rádio de galena é muito simples, e uma das implementações é representada na figura abaixo:
Esquema Elétrico de um Rádio de Galena com Capacitor Variável para Sintonizar a Freqüência AM

Existem outras formas de implementar um rádio de galena, sobretudo quando o elemento sintonizador variável é o indutor.

inventor do rádio galena (Allan Carniel)

[editar] Esquema de Blocos

O Esquema de blocos de um Rádio de Galena, cujo elemento variável de sintonização é um capacitor, é descrito no esquema a seguir:
Esquema de blocos de um rádio de galena com Capacitor Variável para Sintonizar a Freqüência AM

Nesse diagrama, o primeiro bloco é formado pelo sintonizador de freqüência AM. A freqüência de sintonização é dada pela fórmula de Hertz:

\omega_o = {1 \over \sqrt{L_1 \cdot CV_1}} rad/s

ou

f_o = {1 \over 2 \pi \sqrt{L_1 \cdot CV_1}} Hertz

Se o capacitor variável é de duas seções de 265 pF associadas em paralelo, obtendo-se 530 pf, o indutor necessário para sintonizar as freqüências das rádios AM (530 até 1700 Khz) é de 0,18 mH.

O segundo bloco é formado pelo demodulador de AM que consiste de um retificador de altas-freqüencias formado pelo Diodo de Galena D1 (que também pode ser substituído por um diodo moderno de RF como o 1N4148 ou mesmo por diodos de germânio por serem mais indicados devido às suas menores queda de tensão de retificação) associado com um filtro Passa-Baixa.

O último bloco é formado pelo filtro Passa-Baixa de frequências de áudio, cuja freqüência de corte é dada pela fórmula:

\omega_c = {1 \over {R_L \cdot C_1}} rad/s

ou

f_c = {1 \over {2\pi R_L \cdot C_1}} Hertz

Quando utilizamos a Modulação AM a banda de áudio é de apenas 4.000 Hz. Dessa forma, quando o transdutor de cristal (RL) possui uma impedãncia de 2.000 ohms, um valor indicado para o capacitor C1 é de 20 nF.

Medicina é Vida!Acredite ainda existe salvação.